sábado, 10 de outubro de 2009

POLÍTICA

Personalidade
È impressionante como algumas figurinhas carimbadas que se sustentam e vivem muito bem as custa de paparicar determinados políticos estão sempre em evidência ao lado da possível candidatura que tenha o poder e a tendência de sair vencedora das urnas nas eleições. No encontro promovido pelo deputado federal Rogério Marinho, no Praia Mar Hotel, identifiquei pelo menos uma dúzia de caras de pau que na insistência, outrora, por longos anos, em diversos governos, tiveram seus polpudos contra cheques, até mesmo na privilegiada condição de secretário de estado. E agora, não será diferente. Eles são os supostos profissionais do convencimento. E quando o candidato ganha a eleição, são quatro ou até oito anos de vida mansa. Escondem-se, desconhecem os mais próximos, não faz nada, andam de caro de luxo e o coitado do povo pagando a conta.

Condenado
O Iraquiano Muntadhar AL-Zeidi, jornalista que atirou os dois sapatos em direção ao ex-presidente dos E.U.A, George W. Bush, em 12 de março, foi condenado a três anos de prisão. Por bom comportamento já saiu da prisão e recebeu todos os tipos de ofertas, entre elas: casamento e doação de um milhão de dólares (que a priori, não quis aceitar). Sem contar que o par de sapatos foi arrematado em leilão por um determinado ricaço que pagou uma pequena fortuna para ter em casa o sapato que quase amassou a cara do ex-presidente americano George W. Bush.

Crescimento - Expansão rural de mercados
Alguns analistas, do crescimento da produção no campo, prevêem que o álcool combustível vai liderar o crescimento de produção e exportação dos principais produtos agrícolas no Brasil durante os próximos dez anos. Essa previsão arrojada passa inevitavelmente pelo desmatamento da Amazônia e substituição da produção de produtos de primeira necessidade, comida, pela plantação da matéria prima “cana de açúcar”. Tem que se fazerem as contas em relação a uma matemática simples: custo/benefício. Mas, em nome de um suposto desenvolvimento, se passa por cima de tudo.

Bolsa Família como definidora de eleição
Os beneficiários, que já ultrapassam os 16,5 milhões, do programa “bolsa família” mantido pelo governo federal, se possuírem um pai e uma mãe e resolverem votar no benfeitor ou no candidato indicado por ele, serão 32 milhões de votos na dianteira do concorrente. É muito voto para ser alcançados ou ultrapassados.
O povo não acredita nos políticos
Os reclames agora vêm da representação de mais de um milhão e duzentos mil assinaturas do povo contra candidaturas de políticos com problemas na justiça. Mesmo com a pequena reforma política, feita recentemente pelo congresso nacional, ter deixado está lacuna em aberto para alguns políticos pilantras representar o povão, uma ação irá tramitar, por força dessas assinaturas, no nosso combalido congresso. Em pesquisa divulgada no dia 18 de fevereiro, realizada pelo Instituto Sensus em parceria com a CNT – Confederação Nacional dos Transportes, o Congresso Nacional foi apontado como a instituição em que o povo brasileiro menos confia. A alternância de poder se faz necessário, urgentemente.

Macau – A ponte que vai ligar Macau à Ilha de Santana, diminuindo distâncias e facilitando o escoamento da produção local e pessoas rumo à região oeste do estado e outras localidades, finalmente, será concluída e entregue à população ainda deste ano.